Eleições 2026: Não há salvação pelo voto. A saída é nas ruas!

O Brasil vive um momento de profunda crise. O capitalismo global entra em nova fase de instabilidade, o imperialismo intensifica sua ofensiva sobre os povos do Sul Global e, aqui, a polarização eleitoral tenta nos convencer de que a solução está em escolher entre dois nomes, ambos comprometidos com o sistema que nos explora.

Mas a realidade é outra.
A crise não é só política, econômica ou institucional.
É uma crise de civilização.
E não será resolvida com um voto.

O sistema eleitoral não serve ao povo

As eleições são apresentadas como o grande momento da democracia. Mas, na prática, são um teatro controlado pelos interesses do capital, do agronegócio, dos bancos e do imperialismo.
Os candidatos se sucedem, mas a exploração, a fome, o desemprego, a violência e a carestia continuam.

Não há salvação pelo voto.
Nem Lula, nem Bolsonaro, nem nenhum outro nome do establishment pode entregar o que o povo precisa:

  • Fim da exploração
  • Soberania nacional
  • Terra, teto, trabalho, saúde, educação e dignidade

Essas conquistas só vêm com luta, organização e poder popular.


O império não espera o resultado das urnas

Enquanto o debate eleitoral nos distrai, o imperialismo segue agindo.
A América Latina está cercada.
A Palestina é destruída.
Venezuela e Irã são atacados! Cuba sofre sanções e ameaças.
O Brasil é alvo estratégico, com infiltração militar e policial de agentes estrangeiros.

Não importa quem ganhe as eleições: o império continuará sua ofensiva.
E a repressão contra quem luta por justiça só vai aumentar.


Nossa postura: voto nulo, luta ativa

Por isso, a Ação Revolucionária Brasileira defende:
Não vote em nenhum candidato à presidência.
Não legitime um sistema que só serve aos ricos.
Não entregue seu poder nas urnas para depois pedi-lo de volta nas ruas.

O voto nulo não é apatia. É recusa. É rebeldia. É consciência de classe.

Mas não basta anular o voto.
É preciso transformar a indignação em ação coletiva:

  • Organize-se em seu bairro, escola, trabalho, comunidade
  • Participe de assembleias, mutirões, ocupações, cozinhas comunitárias
  • Fortaleça a luta popular, a solidariedade e a autodefesa

A saída é nas ruas, não nas urnas

A história já mostrou:
Em 1968, a juventude ocupou as ruas.
Em 2013, milhões pararam o país.
Agora, é hora de ir além:
Construir um movimento popular forte, organizado e independente de qualquer governo.

A verdadeira transformação não será dada por quem está no poder.
Será conquistada por quem está nas ruas.


Não vote. Organize-se. Lute.
O futuro não será dado. Será tomado.

Ação Revolucionária Brasileira
26 de abril de 2026